Joca Monteiro, é dramaturgo, diretor de
teatro, ator, palhaço, professor, ilustrador, brincante escritor e editor
independente. É um artista que vem há bastante tempo, se dedicando a escrever
livros, em sua maioria coloridos, que trazem enredos ligados às questões
telúricas. Na baixada Pará, desenvolve um trabalho não só em nível artístico,
mas também de política social, onde muito contribui com os moradores mais
carentes daquele bairro. Ele também se dedica a ajudar aquela comunidade, como
aconteceu arrecadando e distribuindo cestas básicas para as famílias do lugar,
principalmente no período da Covid-19. Além de contador de histórias, ele
escreve, confecciona, publica seus livros e ainda por cima, conta para o leitor
toda a história contida na própria obra.
Num mundo que impõe o consumismo como
metodologia de vida, que gera nas pessoas uma corrida desenfreada em busca de emprego,
saúde, educação e moradia. Num momento em que centenas de brasileiros se
encontram na linha de insegurança alimentar. Tempo, em que inadvertidamente se
destrói a natureza com o desmatamento desenfreado, principalmente na Amazônia.
Se torna muito difícil falarmos de livros.
Mas, antes dos livros há aqueles que estão
nas coxias, são os autores, aqueles que escrevem essas obras. Se é difícil
escrever e publicar; imaginem um autor que escreve, confecciona, publica seus
livros e ainda por cima, conta para o leitor toda a história contida no próprio
livro. Será que existe algum autor assim? Claro que existe! Ele é conhecido
como Joca Monteiro e mora na Baixada Pará, onde realiza um excelente trabalho,
não só como autor e como artista, mas também desenvolve um trabalho de política
social comunitária, onde em muito contribui para com os moradores do lugar.
Um livro na biblioteca é apenas um objeto,
realmente, ele passa a ser livro quando é retirado da estante e passa a ser
lido por alguém. Nosso autor, vai mais além, ele escreve, edita e ainda conta a
história para seu cliente. Além de escritor independente, Joca Monteiro é;
ator, dramaturgo, palhaço, professor, contador de histórias, ilustrador, editor
e brincante da Amazônia.
Joca Monteiro é um excelente contador,
quem já presenciou algumas de suas apresentações como contador de história,
sabe muito bem disso. Afora os livros, ele se dedica a escrever para teatro.
Alguns grupos teatrais, aqui em Macapá, já montaram seus textos. Eu mesmo, quando
participava da comissão de avaliação de projetos de montagem para teatro, da
FUNARTE, tive a honra de ler o projeto de montagem do espetáculo “Um Véu Para
Dagmar”, onde, na ocasião, o referido texto foi selecionado e aprovado. Seu
trabalho não se limita apenas à arte pela arte, é um trabalho artístico,
econômico, político e social. Durante a pandemia do coronavirus, foi ele
(Joca), quem teve a decisão de fazer campanha pedindo contribuição de alimentos
para ajudar as pessoas mais carentes da Baixada Pará. Joca Monteiro é um artista sui generis,
que merece o reconhecimento dos órgãos públicos de cultura do Amapá.
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